sexta-feira, 25 de maio de 2012

Tempo amigo tempo


estando eu, há mercê de Deus dará.
olhando firmemente rumo ao caso do acaso.
inerte enxergo as virtudes d 1 dia q ainda não veio.
eis-me-aqui!
morto em pleno vigor.

pois q direi?
miserável homem q sou!
no complexo incompleto, mundo dos mortos vivos.
meus olhos brilham ao ver acontecer,
realizados sonhos, q outrora luziam.
que jh aterrorizam uma lucida mente...

vendo q o tempo fascina, aterroriza,
muda, transforma, faz, desfaz!
que as coisas q foram, já não são!
as q são, não foram!
e ainda, as q ão de ser, já foram 1 dia.

o tempo é a testemunha fiel.
1 sábio promotor
1 honesto juis.
+ é muito +! 1 carrasco cruel.

o tempo é mau! é cruel.
o tempo transforma as coisas boas em más,
e as más em boas!
e quem me livrará do corpo desta morte?

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Arri égua!

Meus sentidos se aguçaram...
Meu espírito estremeceu...
E minh-alma entremeceu...

Ergo os meus olhos rumo ao acaso,
E nada vejo d-alem do caos...
Ainda sim corre gélido sangue,
Em minhas veias quentes...

Há em meu peito 1 coração,
Que trotando pula, feito 1 animal selvagem,
Abatido por 1 abiu caçador.

Hoje meus olhos mortos,
Enxergam vida, nos sonhos mortos...
A realidade soa nua, crua! É cruel!

Eis-me aqui, morto em pleno vigor!
Miserável homem que sou!
Quem me livrará desta morte?