domingo, 18 de dezembro de 2011

A beira do nada!

Sentei-me a beira do nada.
Minha vida passou como fumaça.
E a brisa soprou suavemente sobre minha pele.
Como pedradas atingiu minha carne.

Senti o frescor do sereno que suavemente,
Jorrava como sangue, em meu corpo.
E ali permaneci contemplado,
Toda minha felicidade.

E um lindo sorriso veio
Em minha mente.
E traiçoeiramente,
Esmurrou minha face.

Senti um abraço, que suavemente
Envolvia todo meu corpo.
Como faca penetrou-me, no peito.

Senteime a beira do nada.
Minha vida é como fumaça.
Das lembranças não guardo nada.
Olho pro futuro, e não enxergo nada.