quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Meus ouvidos captam, Meus próprios murmúrios



Meus ouvidos captam
Meus próprios murmúrios.
Em meio a sonhos
Perturbadores da noite,
Quando cai sono profundo
Sobre meus olhos.

Temor e o tremor se apoderam
De mim e fazem estremecer
Todos os meus ossos.

Pois o sofrimento brota do pó,
E as dificuldades
Nascem do chão.

As trevas vêm sobre
Mim em pleno dia.
E a injustiça, cala minha boca.

Pois fui ferido,
A desgraça e
A destruição chegou.

No entanto, o homem nasce.
Para as dificuldades.
Apelei para Deus;
Apresentei a ele minha causa.

Porque os leões podem Rugir e rosnar,
Mais até os dentes dos leões
Fortes se quebram.
E morrem por falta de presa.

As trevas vêm sobre mim em pleno dia.
E a injustiça cala minha BOCA........

sábado, 7 de agosto de 2010

CONFIÇÕES PERIGOSAS


estando eu aqui 100 nadica d nada pá fazer, quando mi lembru eu d vóz micê.
então num rezisti e vim vuando tv.

as x sou assim, meio louco, tosco, sombrio... + as x sou assim normalmente
normal!
+ o meu normal, é ser sempre assim, totalmente louco!
+ no alge d minha loucura + louca, posso ser eu mesmo.
já no meu estado normal, é normal em escrever algo em que ninguem jamais entenda.
o meu vocabulario é tosco, sou prosa dificil, + o dificil mesmo, é
compreender, tudo em q eu tento dizer.

já q nunca consigo exprimir em palavras tudo quanto passa por este
pensamento meu!
+ sou assim! aos trancos e barrancos, sigo em frente, com DEUS na minha frente, e na minha retaguarda, pra mode mi guanrdar eu!

já q só, nada sou, + tudo posso naquele q me fortalece!
ainda q chore pela madrugada fria da noite, nada temerei, caudiquê a alegria vem pela manhã!
o espirito d DEUS é a alva q se espalha sobre as trevas, d minha alma fria!
E me contento em esperar em DEUS.

já não + falarei!
pois cansei, d dizer tudo! e nada ao mesmo tempo!

perdoe-me, pelo falatorio desvairado, deste pobre morto mortal, já morto, homem mortal!
+ 1 coisa é serta!
fique com DEUS, e confie nele, e no + ele tudo fará!

bjos em teu S2!
1.000,00 perdões pelo blá ! blá !blá!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Em memórias de 1 suicida


Ameia noite, o sol brilhava no horizonte e um velho negro com sua cabeleira loura, sentado numa pedra de madeira contemplava de olhos fechados às belezas da natureza. Ao seu lado direito, um cego lia um jornal sem letras de cabeça para baixo;
Atrás dele um jacaré voava em grande velocidade e um pouco adiante um elefante descansava a sombra de um pé de couve. A sua esquerda um mudo que não falava dizia:
-O mundo é uma bola quadrada que navega em um barco sem fundo sob as ondas de um poço sem água.
Era meia noite e o sol brilhava nas trevas de um dia claro, sentado em pé numa pedra de madeira calado ele dizia.
-Prefiro a morte que perder a vida.
Longe dali, bem perto, num bosque sem árvores, onde os passarinhos pastavam alegremente pelo ar e as vacas saltavam de galho em galho a procura de seu ninho, um careca enquanto penteava sua linda cabeleira dizia:
-Os quatros poetas do mundo são três:
Moisés e Elias.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010


Um sim, um não.
Uma linha reta, uma meta.
Bom é o sentimento de poder.
Mal é a fraqueza.

Felicidade é quebrar a resistência.
É não desejar a paz, mais acima
De tudo, vencer a guerra.
É, sentir-se só, e não sentir solidão.

Tristeza é ter a mesa farta,
E reclamar que falta o pão.
É ter, alguém bem perto,
E morrer de solidão.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

VAZIO EXISTÊNCIAL





Há um grande e terrivel mal, que assola boa parte da humanidade, este mal chama-se VAZIO EXISTÊNCIAL!!!

Uma parte da humanidade. Perdão!!!
Toda humanidade procura preencher este vazio de alguma forma, uns nas drogas licitas, outros nas inlicitas.
Mas hoje em dia, grande parte das pessoas preenchem este vazio no sexo, já outra parcela da humanidade preenche este vazio na igreja, religião, partidos politicos, etc.
Quem preenche este vazio nas drogas se afunda cada vês mais, pois ele só sente prazer num curto periodo de tempo. Tudo se restringe exclusivamente enquanto dura o efeito do alcool, maconha, etc. Mas quando o efeito passa., esta pessoa se assola em tal depreção que tenta ficar 24 horas do dia sob efeito das drogas, tornando-se depedente das mesmas.
Com relação as mulheres o efeito é um pouco mais complexo. Porque a mulher tem a necessidade de se sentir bonita, gostosa, desejada, admirada, e, sobretudo AMADA.
E é ai que a mulher sente o peso do vazio existêncial, o sexo complementa uma série de coisas, e não uma série de coisas complementam o sexo.
Hoje as pessoas perderam a essência do primeiro amor, onde em outrora vigorava a amizade, cumplicidade, carinho, e dedicação que era complementado pelo sexo. Um momento sublime, cujo o ardente desejo perdurava, anos afil.
Hoje as pessoas resumem tudo que citei em cima, em uma transa sem demora e sem sentido. Onde o homem usa de toda malícia e destreza, numa tal preliminar bem feita.
Hoje a mulher só sente prazer nas preliminares, porque é o único momento da vida em que ela se sente, realmente AMADA!
Na verdade só transa por conta das preliminares, e não pelo coito! E este vazio ao invés de parar, ou diminuir, ele só almenta até que a mulher entre em depreção.
É por isso, que o sexo aumenta o vazio, quando as pessoas se usam mutuamente, como portadores anonimos destituidas de qualquer sentimento, reduzidas as meras sensações de dor e de prazer para cópulas incessantes.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O TEMPO NÃO PARA


Se um dia o
Tempo passar.
Se lá na frente,
Olhares para trás.

E nada enxergar.
É porque não viveu,
Como deveria.

Ficaste parado, olhando o tempo.
E o tempo passou.
Como pedra, ficaste na vida.

Apenas viveu o necessário.
O bastante prá si alimentar,
O necessário para respirar.

Não tiveste animo,
Não sorriu, nem chorou.
Sem motivos prá sonhar.

Só viveu de boca aberta,
Esquecendo de lutar.

domingo, 1 de agosto de 2010

Cicatriz


O que outrora eram trevas!
Hoje, o sol brilhou, permanesso
De olhos abertos, pois a luta apenas começou...

Sonhos, esperanças.
Meu coração bate. Corre, feito criança!
As cadeias das trevas. A solidão!
Já paguei minha fiança.
Liberto está, este pobre coração.

Condenado fui à morte!
Pelos meus sonhos, alegrias...
Por este crime tão 100 perdão.
Inludido fui!
Por minha própria ilusão.

Minhas batalhas.
Meus sonhos realisados!
Pesadelo, somente a dor,
Da triste realidade...

Em meu peito, bate um coração calejado.
Deformado pela dor.
As angustias se foram!
Mas a cicatriz, aqui ficou.