quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A sombra da noite

A primavera do outono se foi...
As flores murcharam,
As rosas se secaram,
A vida se foi!!

A sombra da noite à rodear
Um lindo dia de trevas...
Os rouxinóis e sabiás,
O hino Da morte a cantar...

No gram teatro da vida,
A triste morte há encenar...
Tirando os protagonistas de sena...
Nesta terra... Jamais voltará...

domingo, 15 de janeiro de 2012

ORAÇÃO

Eterno pai, e senhor Jesus Cristo!!!
Cá estou de joelhos aos teus pés,
Para glorificar e clamar o teu santo nome!!!
Peço-te perdão por minhas transgressões......

Pois estou na fossa da miséria,
Desgraça e na dor.....
Porque fui ferido e meus
Parentes e amigos se põem em distancia!!!

Ó Pai!!! Transforma-me da água para o vinho,
Assim como tu fizeste a Davi um simples pastor,
Em rei, sobre todo o Israel!!!

Que eu seja o barro, nas mãos do oleiro!
E me molde segundo a tua vontade!!!
Aplaina não somente meu coração,
Mais, sobretudo minha alma!!!!

Transformando-me em um
Homem manso de alma,
E humilde de coração!!!

Porque tu senhor me fizeste
Pouco menor que os anjos,
E de gloria e de honra, tu me coroaste!!!

Senhor meu DEUS!!! Diante de ti
Estão todos os meus desejos,
E o meu gemido, não te é oculto!!!
Porque perto de ti e do seu poder
Sou um grão de areia, em pleno oceano...
Eu, nada sou!!!

Eterno pai e senhor Jesus cristo!!!
Tenha piedade e misericórdia de
Mim não somente hoje,
Mais para todo o sempre!!!

AMEMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Roleta russa!

affffffff maria, mamãe d DEUS!!!!
+ q direi eu?
Se nada sei, do q sei!
Se no inicio me perco!
+ no fim, sempre volto ao inicio!

Meu sentimentos é 1 baralho, embaralhado!
Emaranhados num jogo d roleta russa!
Sento numa mesa d sinuca,
Logo me perco, no cassino da vida!

+ ainda sim, me vem 1 injeção d ânimos mortos...
Num passado vivo, dum futuro morto! Finado.
Ainda sim!
Levo há memória, alimentos vivos, d desejos mortos!

Como abutre!
Vivo da carniça, d sonhos mortos!
Ainda sim!
Dalem dos muros, cercas d cemitério!
D meu sepulcro, enxergo vida,
Do lado d fora, do cemitério...

Como um animal selvagem,
Fico d cara grudada,
Na gélida vidraça d meu caixão!
Eu prefiro a dor da vida!
Que a anestesia, da ilusão!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ainda que não haja!

Mesmo que não haja lua,
Nem mesmo uma estrela,
Lá no céu brilhar...

Mesmo que não haja sol,
E todos os meus dias,
Em trevas se tornar...

Mesmo que o vento cessar,
E nem uma única folha balançar...

Mesmo que os oceanos secarem,
E nem uma única gotinha restar...

Ainda sim haverá,
Uma única esperança,
De te reencontrar...