sábado, 24 de setembro de 2011

novo! renovo.

renova-me em ti, a ânsia d vida em mim, q há em ti!
q meus olhos contemplem em ti, toda vitalidade q não existe em mim.

ainda q inerte na vida...
luto por algo desconhecido.
já nem sei + oq quero! Espero.

pois q direi?
se me alegro na tristeza.
e me entristeço na alegria.

se minhas vitórias estão nas derrotas.
e minhas derrotas nas vitórias!

se me reputam louco!
pois o sentido q sinto, não fáz sentido.

se derrotado luto!
vitorioso, inerte cruzo os braços.
maldito sou, por não ver beleza na matéria.

Há, vida cruel! mundo tirano.
quisera eu. alegrar-me ia na matéria, poupar, tocar, pegar, segurar, agarrar-te ia, como os normais!

homem seria d carne!
Saciar-me-ia no palpável, pois enxergaria o verdadeiro sentido da vida, na matéria! no físico.

+ me torno louco, ao não ver sentido no palpável... + procuro sentido das coisas palpáveis!
Eis-me aqui, morto em pleno vigor.

Miserável homem q sou!
Quem me livrará desta morte?