sábado, 4 de junho de 2011

Prisão

Preso estou nesta liberdade.
A alma anseia tranqüilidade.
E o corpo satisfação.

E por mais que satisfaça o corpo,
Prá alma, só desilusão.
Esta liberdade sem sentido.

É este mundo tão sem razão.
Que procura guarita pro corpo.
E alegria para o coração.

Esta prisão que tormenta.
É esta vida, tão sem razão.
Esta liberdade que me prende.

É este peito, esta alma,
É este coração.
Que só restou pela vida,
A dor, a desilusão.