quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PARADÓXOS


Ossilam num só corpo, uma só mente,
dois querer distintos.
Um certeza tem, e o outro duvida.
Que um deseja a DEUS, e o outro ao dêmonio.

Se de triste rí, alegre chora.
na tentativa louca, há sensatez odeia,
mas o amor não ingnora.
As vezes tem de tudo, as vezes escarsez.

Tentando ser perfeito, é a própria imperfeição.
A honestidade presa no peito do ladrão.
e um réu culpado, por a mão na consiência,
é ter a mão na arma, e alegar inocência.

Ver grandeza no mediucre com gratidão,
e o ser precipitado, mas com ponderação.
Tendo a mesa farta, e reclamar que falta o pão.
É ter alguem bem perto, e sofrer de solidão.