sábado, 31 de julho de 2010

O GRITO DOS INOCENTES



A humanidade caiu, nunca mais tornará a levantar-se:desamparada e nua, está na sua terra, e não há quem a levante. Transforma a sombra da noite em manhã, e escurece o dia como a noite.
Aborrece o integro, e abomina o que fala sinceramente.
Os governos, magistrados e juizes, e os que fazem as leis na terra, ajuntai-vos e vede que grande pavor há no meio dela, e vede o quanto oprimem o povo.

Porque não sabem fazer o que é certo, aqueles que entesouram nas suas casas a violência e a destruição.
Visto que pisa o pobre, e dele exige o tributo, e constroem casas de granito, e nela abita tranquilamente. Exige suborno ao justo, e não fáz caridade ao faminto.

Aborrece o bem, e ama o mal!
Perece o justo sobre a terra, e não há entre os homens um que seja integro.
Todos armam ciladas para sangue, caça cada um a seu irmão com armas nas mãos.
Suas mãos fazem diligentemente o mal; o governo inquire, e o juíz apressa ao suborno, e os eruditos falam da corrupsão da sua alma, assim todos eles, sem integridade, são corruptores da moral, e do bom costume. Já não há justiça nem nos tribunais!

Não creiamos nos amigos, nem nos velhos, aquela que repousa em teu seio guarda as portas da tua boca. Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa.

Embrutecido é todo o homem, no seu conhecimento.
Cheios de ciências humanas, os homens se esquecem de DEUS.
Sendo que a ciência das ciências, é amar a Deus, e praticar a sua justiça.
E sua justiça é, amar o teu prócimo como a ti mesmo.

Cheios de sabedoria humana, os homens contruiram em suas almas uma forte torre!A torre de babel.
Fasendo de seus corações, uma cidade fortificada, sodoma e gomorra!
Fiseram de seus corpos, a grande babilonia, a mãe de todas as pervercidades.
Visto que não se faz logo justiça, os filhos dos homens se encorajam, e triplicam suas pervercidades. Porque a impunidade gera violência.

DEUS, vê as almas dos que são mortos inocentemente pelos crueis. Que na ancia da morte clamam com grande voz por justiça, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
Até quando iremos ver nossos conservos e irmãos, serem mortos como nós fomos?

Mas DEUS com sua ifinita misericórdia os consola.
Disendo!
Olha, e vê! eis que haverá grande tremor de terra; e o sol tornar-se-há negro como noite, e a lua tornar-se-há como sangue. Pois Tem dia certo, a hora já está marcada, o grande dia da justiça, já vem! E ai daquele que estiver sobre a terra! As estrelas do céu cairá sobre a terra, como quando uma arvore lança de si os seus frutos verdes, abalada por um vento forte. O céu retirar-se-há como um pergaminho que se enrola; e todos os montes e ilhas será removidas dos seus lugares. A humanidade se esconderá nas cavernas e nas rochas das montanhas.
Porque é vindo o grande dia da minha ira; e quem poderá subsistir?

Assim DEUS deu a sábia natureza o livro da lei, e uma balança fieu!
E a natureza dirtribuiu as armas da justiça aos quatro carrascos, o vento, o mar, a terra, e ao céu! Cada um vestido com sua couraça, e armados com as armas da justiça! Porque o dia da calamidade chegou.
Eis que levantará um vento destruidor, contra a forte torre de babel, terremotos arrasará sodoma, e os tsunamis destruirá gomorra, com chuvas impetuosas, o céu virá abaixo, e inundará toda babilonia!
Com fumo, e com incandecentes lavas dos vulcões, lavarei com fogo todo sangue inocente derramado sob face da terra.

Aguçai as flechas, preparai os escudos; pois eu despertei o espírito da justiça, porque o seu intento é contra babilônia para a destruir; porque esta é a vingança de DEUS, a justiça dos inocentes. Arvorai um estandarte sobre os muros de babilônia, reforçai a guarda, colocai sentinelas, preparai as ciladas; porque como o inocente intentou, assim faz DEUS o que tinha falado contra a humanidade.
Então tremerá a terra, e doer-se-á, porque cada um dos desígnios de DEUS está firme contra babilônia, para fazer da terra de babilônia uma desolação, sem habitantes.

Ainda que babilônia subisse aos céus, e ainda que fortificasse a altura da sua fortaleza, todavia de mim virão destruidores sobre ela, diz a natureza.
Visto que não há justiça sob a terra!
O sol se converterá em trevas,
E a lua em sangue,
O céu e a terra se firmará em fogo.
Assim a terra vomitar-se-há, lavas incandecentes, para lavar, tirar de sí todo o sangue inocente!