domingo, 7 de fevereiro de 2010

esta é a forma em que vejo e encaro a morte


Estando eu, refletindo sobre a vida em si.
Me deparei com uma questão um tanto quanto sombria, e esclarecedora, sobre a mesma.
Deparei-me, com uma intrigante questão!
Termina a vida, onde começa a morte?
Ou teria na morte, o inicio de uma nova vida!
Inerte permaneci, até achar resposta que satisfizesse minha-alma, e inludisse este pobre coração!

Enxergando eu, na cópula o inicil da vida. Onde o homem penetrando a mulher, como um leão na ancia da fome, corre com ímpeto a captura de sua presa...
Assim o homem da inicio ao mais intrigante, e facinante ciclo da vida. Fecundando a mulher. ( A Fecundação ou fertilização é o processo que ocorre quando os gametas masculinos e femininos encontram-se e o espermatozóide penetra o óvulo ).

No início da vigésima semana aparece o lanugo e o cabelo, e a pele é recoberta pela vernix caseosa. As pálpebras permanecem fechadas na maior parte do período fetal, mas começam a se abrir por volta da vigésima sexta semana. Até então, o feto é usualmente incapaz de sobreviver fora do útero principalmente por causa da imaturidade do seu sistema respiratório.

Até cerca da trigésima semana, o feto tem aparência avermelhada e enrugada por causa de sua pele fina e da relativa ausência de gordura subcutânea. Em geral, a gordura se forma rapidamente ao longo das últimas seis a oito semanas, dando ao feto um aspecto liso e rechonchudo. Esse período final (“de acabamento”) é dedicado principalmente à formação dos tecidos e à preparação dos sistemas envolvidos na transição do meio intra-uterino para o extra-uterino, particularmente o sistema respiratório e cardiovascular.
( Terminando assim o periodo fetal )

Já com o ciclo completo, o feto já está preparado para viver fora da barriga materna. Começando assim uma terrivel, e dolorosa batalha para ambos.
O corpo feminino dolorosamente luta para expulsar de dentro de sí, algo que até então ele reconhecia como algo vital para sua existência. Mas deste momento em diante, aquilo que era vital, se transforma em algo nocivo para própria sobrevivencia.

Enquanto a mãe luta ferrenhamente pra expulsar a todo custo de dentro de sí o feto... O feto brutalmente batalha para se manter no aconchego da barriga materna. Ele desconhece o perigo que está correndo... Pois não está brigando contra o corpo materno, mas sim travando uma terrivel batalha contra a maior de todas as forças. Está indo, lutando contra a própria excensia da natureza!

Mas o feto ambientado com o aperto da vida, desconhece vida, após o nascimento.
Ele enxerga no nascimento sua morte. Para ele é ficar e viver, ou sair e morrer.

Desconhecendo que ao nascer, ele terá oportunidade de fazer até então o nunca feito, expreguiçar, esticar os braços e as canelas, respirará por conta própria...
Será o inicio de sua auto suficiencia.
Mas ao sair, ele prova e comprova algo fascinante, conhece e reconhece a tal vida, póz parto.
Compreendendo que o lado de fora é bem melhor que do lado de dentro.
Dai para frente, ele não poupará esforços, para provar, conhecer, tudo que está em sua volta...

A fecundação se torna feto, do feto uma criança, de criança um adolecente, de adolecente um jovens, de jovem à adulto, de atulto alcançamos a velhice, já na velhice enxergamos a terrivel sombra da morte.

Assim como o feto desconhecendo vida, póz parto... Luta ferrenhamente para se manter o maximo pocivel dentro da barriga materna...
Assim também nós, passamos a vida inteira lutando contra a tão temida morte...

Tal o feto!
Somos na via!
A mãe luta para expulsar seu filho da barriga, por meio da terrivel dor do parto. Porque ela sabe, que daqui de fora poderá cuidar melhor de seu amado filho... Assim também,Deus, nos expulsa deste mundo, com a dor da morte, para uma nova etapa em nossas vidas.

Para mim!
A morte nada mais é, que apenas mais uma parcela, completando assim uma natural etapa.
O nosso ciclo de vida.

2 comentários:

  1. Olá Waltin, achei muito interessante sua forma de pensar sobre minha pergunta, um tanto quanto intrigante. A sua forma de pensar sobre a vida é surpreendente e não deixa de ser real... Há eu estou te seguindo me segui ai, acho que vamos ser bons amigos!!! Valeu.

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  2. BHÁÁÁ! Patrícia! vc me surpreendeu.intrigante?!rsrsrrs
    afff, pesso te perdão! pois, meu mau, é num saber argumentar, numa linguagem naturalmente, natural!

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